quinta-feira, 5 de maio de 2011

Ser feliz


Ser feliz, é saber que jamais vou te esquecer, é saber que sempre estarei com você, mesmo que você não esteja comigo. Ser feliz, é saber que você me ama, e que nem a distância será capaz de nos separar. Ser feliz, é amar, e ser amado.

Peterson Macêdo

#3 Texto Encontrado - Nossa Química


"Linda, perfeita, dominou meu coração..."

"...Você é a fonte, da minha inspiração..."

"...Tudo começou, estranho e sem querer,
Não sabia que iria tão longe com você
Impossível imaginar nossa história assim,
Aconteceu, e hoje sou feliz sim..."

"...Passar o tempo ao seu lado, é o que me deixa feliz
Viver com você, do jeito que eu sempre quis
É a primeira vez, que eu levo alguém a sério,
Confesso agora que o amor tem lá seus mistérios..."

"...Mas quero que se lembre, e nunca se esqueça
Meu coração é todo seu, eu piro minha cabeça
Antes de dormir, eu penso na gente
A tarde toda agarrados, isso não sai da minha mente..."

"...Seu rosto angelical, me deixa alucinado
Muda meu estado, realmente apaixonado
Ciúmes de você, você sabe que eu mostro
E se tenho ciúmes, é por que eu gosto..."

"...Nosso relacionamento é de plena confiança..."

"...Menina, você pra mim é a melhor companhia..."

"... É você, e não é mais ninguém
Nenhuma me faz, me sentir tão bem
Eu te amo de verdade, sem exagero
Seu amor pra mim, me completa por inteiro..."

"...Nossa química é perfeita, não preciso nem falar
A gente sabe conversar, apenas no olhar
Que seja eterno enquanto dure, e que dure para sempre
Essas são palavras chaves, quero que você se lembre..."

"... Você me ama mas eu amo muito mais
E quando as declarações estiverem no fim
Não tem mais o que falar, então agora cola em mim..."

"...Cola pra sempre, pra nunca mais soltar
E deixa o resto, o destino revelar..."

"...Um dia, uma semana, um mês ou um ano,
o tempo vai passar, eu digo que te amo..."

"Verdadeiro, é o que eu estou sentindo
Difícil esconder, impossível estar mentindo..."

"...Me abrace, me beije, o tempo não para..."

"...Na guerra chamada amor, nós somos os guerreiros..."

(Trechos de Nossa Química - Bonde da Stronda)

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Destino Cruel: A Descoberta - EXTRA

SÓ LEIA ESTE POST SE VOCÊ JÁ LEU O WEB INTEIRO, CASO CONTRÁRIO, VAI PERDER A GRAÇA!

Destino Cruel: A Descoberta é meu terceiro web, e segundo da saga Destino Cruel. Seu último capítulo foi postado no dia 04/04/2011 (Quarta). Abaixo, confira o Sumário, Dedicatória, Depoimento e Como surgiu a idéia.

* Sumário

* Dedicatória

Quando esta pessoa ler isso, saberá que é pra ela. Eu dedico a você, apenas a você, meu amor! 

* Depoimento

No início, achei que devia parar apenas em um web, mas resolvi fazer a saga, e não me arrependi. O segundo livro trás a questão dos problemas no envelhecimento, do sofrimento de um pai em relação ao seu filho, e de uma descoberta, que é onde Lucas descobre que seu pai está vivo, mas não se sabe como. Tudo só se resolve no terceiro livro da saga. A morte de Lucas foi para os leitores, uma surpresa, já que ele era o personagem principal da história, mas agora, não dependerei mais dele no último livro da saga. 

DIREITOS AUTORAIS

Esta obra on-line foi criada por mim, Peterson Oliveira Macêdo, e a mesma é registrada no fórum. Se por acaso ocorrer a cópia da mesma sem seus devidos créditos, está sujeito a processo judicial.

Destino Cruel: A Descoberta - Cap. 10 (FINAL)


Duas semanas se passaram desde que eu havia flagrado o Eduardo na cama com uma garota. Garota essa que nunca mais vi. 

Às coisas estavam normais, até aquele momento, mas eu insistia a acreditar que uma coisa muito ruim iria acontecer. Eu não sabia bem, mas a sensação era de que eu iria perder ou ganhar alguma coisa.

- Pai, vou almoçar com os amigos hoje! Tchau! - Falou o Eduardo, sem ao menos me deixar rebater.

Nos últimos tempos, ele parecia agoniado, irritado, e parecia mesmo está se drogando. Mas como eu já disse: Ele pagará por suas atitudes.

Era meio dia, e eu, já havia terminado de comer. Faziam mais ou menos duas horas que o Eduardo se fora.

- Amor, vou na casa do Larry, acho que a placa "Aluga-se" não está adiantando de nada. - Falei.
- Tá bom, mas não demore, hoje à tarde você está proibido de ir trabalhar. Eu também. Iremos passar o dia juntos. Promete?
- Prometo, meu dengo. Vamos parar de brigar? - Falei.
- Sim, falou ela me beijando.
- Então, já vou indo, ok?
- Tá, não demore. - Falou ela.

Então, tirei o carro da garagem, e parti para o outro lado de São Paulo. A casa do Larry era bastante longe de minha casa.


Chegando lá, me assustei: A casa estava em chamas. De repente, me senti mau, muito mau. Meu coração bateu mais rápido, e fui impulsionado a sair do carro e entrar na casa. 

Lá dentro, o cenário era assustador. Tudo estava aos destroços de um incêndio, provocado por alguém. Alguém que estava deitado, no centro de uma enorme roda de fogo. Correndo, me aproximei mais, e vi: Era o Eduardo, e ao seu lado, estavam pedras. Eu não sabia do que era, mas eram pedras. O puxei para a sala da casa. Até que ele acordou.


- Pai?
- Por que? - Perguntei! - Por que fez isso?

Minhas dores estavam ficando cada vez mais tensas. Então, caiu o enorme abajú sobre mim. 

- Pai! 
- Saia DAQUI! Você vai morrer, saiaaaaaa! - Gritei. Saia!
- Paaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai! - Falou meu filho, quando eu começava a ficar inconsciente.

A dor era pior do que todas as outras. Agora eu entendia: A minha intuição estava correta: Eu iria perder a vida, e ganhar a eterna inconsciência.

Eu já não ouvia a voz do Eduardo gritando. Eu não sabia se era por que eu já não ouvia nada mais mesmo, ou se ele já havia saído. As vistas estavam cada vez mais escuras, e a dor, mais intensa.

De repente, bateu em mim aquele arrependimento de não ter aproveitado a vida, de não ter aproveitado minha mulher, e cuidado do meu filho.

O que peço a vocês dessa vez, é que vivam intensamente cada momento, cada segundo, cada pessoa que passa em sua vida. Por que naquele momento, o arrependimento me dominava, e é isso que acontecerá se vocês fizerem isso, não aproveitar a vida. Eu, me sentia uma droga de burro, um idiota, um solitário.

Aquela altura, eu já não ouvia, nem via, nem sentia! Aquele momento, eu fechei os olhos.

Autor da web: Peterson Oliveira Macêdo, 04/05/2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

Destino Cruel: A Descoberta - Cap. 09 (Penúltimo Capítulo)


Mais cinco meses se passaram. Já estávamos em Abril de 2011. Eu, já havia ficado mais velho novamente. Agora, eram trinta e oito anos de vida. Outro dia, cheguei do trabalho mais cansado do que todos os outros dias. É incrível como eu percebia o quanto este cansaço ficava mais intenso a cada no. Era cedo, por que não aguentei ficar mais no trabalho. 

Às vendas dos brinquedos, estavam ótimas, mas algo me preocupava: Eu não sabia a idade do meu pai, Marcus, já que o que ele lembrou foi apenas do acidente. Mas o fato é que sabendo sua idade ou não, eu tinha a mais absoluta certeza de que ele já estava bem velhinho, e a qualquer momento, poderia morrer. Dois lados me preocupavam: E a empresa? Como vai ficar? E meu pai? Vou ficar sem um pai novamente? Perdê-lo de novo?

A casa do Larry, foi alugada para um casal de recém-casados, mas está disponível novamente. Eu e a Layane, parecíamos um casal separado. Ela na clínica o dia inteiro, e eu, na fábrica. O Eduardo, ah, o Eduardo, cada dia mais irritante. Eu não sabia mais o que fazer com aquele menino.

Mas o fato é que eu havia chegado em casa, e estava "morto". Subindo, comecei a ouvir um barulho vindo do meu quarto. A cama parecia ranger. A princípio, imaginei a Layane me traindo com outro, mas me lembrei que umas 19:00 ela ainda não teria chegado. O meu pai, provavelmente em seu quarto, desenhando. Então, só podia ser o Eduardo. Subi cada degrau delicadamente, até chegar ao topo da escada. Seguindo o corredor, cheguei ao meu quarto e o da Layane. Abri a porta, e dei de cara com a cena mais ridícula e inesperada de minha vida: Meu filho, na cama com uma garota. Eu não fazia idéia de quem fosse, mas eu só sabia que o cansaço estava desaparecendo, e uma onda de ódio subia. 

- O que significa isso? - Falei, gritando.
- P...P...P...Pai! - Falou Eduardo, me lembrando como reagi quando descobri quem era meu pai.
- Você não disse que ele só chegava tarde? - Perguntou a mulher.
- Sai daqui - Falou ele, levantando-se, e se vestindo. A Moça também se vestiu correndo, e passou por mim, se esbarrando.

De repente, comecei a sentir umas pontadas no coração! Não era forte, mas o suficiente para me fazer cair. Consegui me levantar novamente, e disse:

- Saia daqui moleque! Ainda temos muito o que conversar amanhã!
- T...T...á bom pai, tá bom.

Então, quando ele saiu, as pontadas aumentaram, e cai na cama, inconsciente.

Continua... 

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